Listas De Religi O

Autor: Fonte: Wikipedia
Publisher: Books LLC, Wiki Series
ISBN: 9781231389263
File Size: 16,35 MB
Format: PDF
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Fonte: Wikipedia. P ginas: 33. Cap tulos: Cronologias de religi o, Listas de cristianismo, Diocese de Angra, Linha do tempo do budismo, Padres da Igreja, Cronologia b blica do Velho Testamento, Linha do tempo do Zen Budismo nos Estados Unidos, Arquidiocese de Braga, Patriarcado de Lisboa, Nomes de Deus, Cronologia b blica do Novo Testamento, Resumo da espiritualidade, Principais grupos religiosos, Resumo de religi o, Patriarcado de Antioquia, Consist rios de Pio XII, Arcebispado de Mog ncia, Circunscri es eclesi sticas cat licas da Espanha, Personagens b blicos, Diocese de Ponta Grossa, Dioceses da Guin -Bissau, Dioceses de Timor-Leste, Dioceses de Angola, Dioceses de Cabo Verde. Excerto: A Diocese de Angra, frequentemente referida incorretamente como Diocese de Angra e Ilhas dos A ores, foi criada pelo papa Paulo III atrav?'s da bula Aequum reputamus, de 5 de Novembro de 1534. A diocese abrange todo o arquip lago dos A ores e tem a sua sede na cidade de Angra do Hero smo, na ilha Terceira. No que respeita organiza o religiosa, os A ores, como as restantes terras do al m-mar portugu s, come aram por estar sujeitas jurisdi o espiritual da Ordem de Cristo, exercida pelo vig rio nullius de Tomar, que mandava visitar as ilhas por representantes, os chamados bispos de anel. Ao ser criado o bispado do Funchal (1514), o arquip lago passou para a jurisdi o deste. A pedido de D. Jo o III de Portugal, o papa Clemente VII criou o bispado de S o Miguel (1533), mas faleceu antes da bula respectiva ter sido expedida. No ano seguinte, o rec m-eleito papa Paulo III pela bula Aequum reputamus erigiu o bispado de S o Salvador do Mundo, dando-lhe por catedral a igreja do mesmo nome na cidade de Angra. A diocese de Angra ficou s sufrag nea do arcebispo do Funchal at 1550, data em que passou para a depend ncia da metr pole de Lisboa. Em 2007 esta Diocese contava com 231 mil cat licos num total de 242 mil a orianos. Deste total cerca de 56% dos cat licos s o praticantes. Pos...

Historia Eclesiastica De Eusebio De Cesareia Comentada Pelo Escriba

Autor: Escriba Cristo
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ISBN: 9781537690285
File Size: 32,14 MB
Format: PDF, Docs
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L�gico que Eus�bio de Cesareia escreveu a hist�ria da Igreja de acordo com o seu ponto de vista, portanto n�o existe isen��o total, nem devemos esperar isto de ningu�m. Mas o valor da sua obra � inestim�vel, porque atrav�s destes dez livros de Eus�bio que eu aglutinei em dois volumes nos enriquece com informa��es que estariam perdidas para sempre se n�o fosse o esp�rito empreendedor de Eus�bio. Dentro do poss�vel ele procurou ser fiel aos textos que ele tinha em m�os, coletando hist�rias e dados indispens�veis para entendermos o desenvolvimento do cristianismo nos primeiros s�culos.

Deidades

Autor: Fonte: Wikipedia
Publisher: Books LLC, Wiki Series
ISBN: 9781231453353
File Size: 17,94 MB
Format: PDF, Kindle
Read: 5041
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Fonte: Wikipedia. P ginas: 54. Cap tulos: Deus no cristianismo, Lilith, Deusa, Er nias, Eostre, Baba Yaga, Nerthus, Uzza, Ninhursag, Santa Muerte, Mawu, Mafdet, Ad nis, Ereshkigal, Cibele, Elegua, Ometeotl, Humbaba, Tellumo, N tt, Lakshmi, Toci, Pele, Sedna, Belisama, Meskhenet, Sarasvati, Meretseguer, H gia, Nidaba, Iustitia, Chicomecoatl, Abundantia, Mazu, At gina, Totem, Pacha Mama, Cai Shen, Anuket, Chantico, S mele, Dhu Shara, Ixchel, Deidade, Fanes, Aglaia, Maeve, Belona, Athropos, M e Tr plice, Aser, Abda, Chalchihuitlicue, Ninsuna, Bajir, Eufrosina, Malina, ItzliItzpapalotl, Anhang, Chalchiuhtlicue, Tsuki, Aglibol, Almaqah, Anahit, Anat, Cihuacoatl, Malakbel, Mawutzinin, Arnakuagsak, Baal-Shamin, Wadd, Opochtli, Assur, Izanami, Manaf, Ningal, Mon, Anahita, Amm, Coatlicue, Satet, Yaghuth, Namagiri, Ya'uq, Ta'lab, Al-Qaum, Disnomia, Haukim, Arsu, Azizos, Savitri, Anbay, Dhat-Ba'dan, Guardi es das Dire es, Anteia, Huixtocihuatl, Maasu, Basamum, Haubas, Nantosvelta, Datin, Abbuto, Dhu'l-Halasa, Jaci, Nasr, Suwa, Sulis, Cipactli, A'akuluujjusi, Salman, Asira, Ninlil, Uranusu, Atlatonin, Koliada, Qaynan, Alilat, Ayauhteotl, Tunlikki, Rud, Pinga, Akna, Akka, Anhum, Nerrivik, Pukkeenegak, Paraj s, Nujalik, Atlacamani, Aulanerk, Atlacoya, Nambi, Tootega, Chiconahui, Tate, Sukkamieli, Ilmatecuhtli, Suonetar, Asiaq, Bandonga, Dolja. Excerto: Deus, no cristianismo, o ser divino que criou e governa o mundo. Ele manifesto em tr?'s personalidades diferentes: Como Pai, como Filho e como Esp rito. Ao Deus Trino cr -se em diferentes atributos entre eles o amor, o mais importante de todos (1 Jo 4,8 e manifesto assim por Paulo em 1 Co 13), a onipot ncia, a onisci ncia, a onipresen a, a santidade, a Verdade (Jo 14:16), a justi a e a fidelidade. A maioria dos crist os acredita que Deus esp rito (Jo o 4:24), incriado, onipotente e eterno. O criador e sustentador de todas as coisas, que resgata o mundo atrav?'s de seu Filho, Jesus Cristo. Com este pano de fundo, a cren...

A Frequency Dictionary Of Portuguese

Autor: Mark Davies
Publisher: Routledge
ISBN:
File Size: 16,62 MB
Format: PDF, ePub, Docs
Read: 3377
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Provides a list of the 5000 most commonly used words in the language. Based on a 20 million word collection of Portuguese, which includes both written and spoken material, this dictionary provides detailed information for each of the 5000 entries.

Thor

Autor: Charles River Charles River Editors
Publisher: Createspace Independent Publishing Platform
ISBN: 9781981953257
File Size: 22,34 MB
Format: PDF, Kindle
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"Atrav�s da ponte de arco-�ris de Asgard,Onde os C�us Trovejantes brandem, Voc� contemplar� ao perder o f�lego,O Deus do Trov�o, Poderoso Thor!" - M�sica tema do programa de televis�o Poderoso Thor (1966) "Em f�ria crescente | ent�o levantou-se Thor,--Raramente permanece sentado | quando escuta tais coisas,--E os juramentos foram quebrados | as palavras e v�nculos,As poderosas promessas | entre eles feitas." - V�lusp� Linha #26 da Edda Po�tica Um martelo que mortal algum pode levantar. Um deus da tempestade com cabelos de fogo. Um alien�gena-her�i-deus de hist�rias em quadrinho que defende a humanidade. A su�stica. At� mesmo o dia da semana, "Thursday" - quinta feira em ingl�s - tem seu nome ("Thor's Day", o dia de Thor). Apesar do virtual desaparecimento da religi�o e mitologia n�rdica v�rios s�culos atr�s, a sociedade moderna ainda frequentemente depara-se com o deus da tempestade Thor, que continua a ser trazido de volta � vida na forma da literatura, e foi recentemente o protagonista de filmes de grande or�amento de Hollywood. Por que � que este deus, dentre as centenas (sen�o milhares) de divindades entregues � lixeira da hist�ria ao dar lugar para as religi�es hoje mais comuns do mundo, captura tanto a imagina��o das pessoas nos dias atuais? Uma melhor compreens�o da atra��o de Thor pode ser encontrada em quase todo aspecto da hist�ria e da evolu��o da figura ao decorrer dos s�culos, incluindo as origens do deus, as imagens evocativas usadas para descrev�-lo, e at� mesmo paralelos entre Thor e outros deuses e her�is similares. Tudo isso foi extensivamente explorado pela literatura, em hist�rias sobre Thor encontradas na Edda prosaica e po�tica, e a conex�o que sociedades tiveram com Thor por centenas de anos, chegando at� mesmo � contemporaneidade. Essa obra tamb�m examina o decl�nio e substitui��o da mitologia n�rdica pelo cristianismo, as raz�es pelas quais Thor foi frequentemente o �ltimo deus adorado pelos n�rdicos, e o que restou hoje do Thorismo, incluindo seus paralelos em outras f�s, seu papel no reavivado Neopaganismo e sua apari��o em outras m�dias como her�i de gibis e filmes. Junto de gravuras e uma bibliografia, voc� aprender� sobre Thor como nunca antes, e sem perda de tempo.

Latim

Autor: Fonte: Wikipedia
Publisher: Books LLC, Wiki Series
ISBN: 9781231467442
File Size: 12,81 MB
Format: PDF
Read: 1688
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Fonte: Wikipedia. P ginas: 26. Cap tulos: Neolatim, Latim antigo, Latim medieval, Latim cl ssico, Latim eclesi stico, Latim vulgar, Inscri o Duenos, Latim macarr nico, Corpus Inscriptionum Latinarum, Latinidade, Inscriptiones Latinae Selectae, Chronica Naierensis, Chronica Adefonsi Imperatoris, Nova Vulgata, Gerundivo, Oxford Latin Dictionary, Princeps, De rebus Hispaniae, Cr nica mo rabe, 2 Declina o do latim, 1 Declina o do latim, Corruptissima re publica plurimae leges, Pagus, Depoente. Excerto: O latim uma antiga l ngua indo-europeia do ramo it lico originalmente falada no L cio, a regi o do entorno de Roma. Foi amplamente difundida, especialmente na Europa, como a l ngua oficial da Rep blica Romana, do Imp rio Romano e, ap?'s a convers o deste ltimo ao cristianismo, da Igreja Cat lica. Atrav?'s da Igreja, tornou-se a l ngua dos acad micos e fil sofos europeus medievais. Por ser uma l ngua altamente flexiva e sint tica, a sua sintaxe (ordem das palavras), em alguma medida, vari vel, se comparada com a de idiomas anal ticos como o portugu s, embora em prosa os romanos tendessem a preferir a ordem SOV. A sintaxe indicada por uma estrutura de afixos ligados a temas. O alfabeto latino, derivado dos alfabetos etrusco e grego (por sua vez, derivados do alfabeto fen cio), continua a ser o mais amplamente usado no mundo. Embora o latim seja hoje uma l ngua morta, ou seja, uma l ngua que n o mais possui falantes nativos, ele ainda empregado pela Igreja Cat lica para fins rituais e burocr ticos. Exerceu enorme influ ncia sobre diversas l nguas vivas, ao servir de fonte vocabular para a ci ncia, o mundo acad mico e o direito. O latim vulgar, nome dado ao latim no seu uso popular inculto, o ancestral das l nguas neolatinas (italiano, franc s, espanhol, portugu s, romeno, catal o, romanche e outros idiomas e dialetos regionais da rea); muitas palavras adaptadas do latim foram adotadas por outras l nguas modernas, como o ingl s. O fato de haver sido a ling...